Gosto de contemplar a vida, sabendo que a morte a destruirá. Que sugará tudo o que resta para eu contemplar e amar. Porque a vida é mesmo assim. Uma efemeridade bela, que não nos dá tempo para amar tudo, para absorver tudo. Que cruel és, morte. Dá-me tempo para contemplar esta paisagem magnífica que é a vida, deixa-me amar este pedaço vivo, quando eu estiver pronta para deixar tudo isto ir, eu chamo-te.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Grafites (incompletos)
Como não gosto de deixar os dias passar sem por algo aqui, vou postar desenhos que tenho feito, incompletos. Como já mencionei num post anterior, sou muito multifacetada e explodo ideias e focar-me apenas num projeto ou desenho não me é fácil. Aquele projeto das linhas? Vai demorar...porque entretanto vêm-me novas ideias para quadros e desenhos. Mas tenho feito!! Enfim, espero que gostem destes desenhos a grafite, incompletíssimos!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Esferogáficos
A minha professora de Desenho disse que os meus desenhos a esferográfica são muito bons (??). Fiquei reticente às suas palavras, visto que com esferográfica parece tudo riscado, é o material difícil de manusear e compreender. Mas hoje lembrei-me do que ela me disse e decidi ouvi-la e melhorar no que, para ela, eu já sou boa.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
A arte de Dançar
Para além de desenhar, pintar e escrever (pessimamente), também gosto muito de dançar. Gostaria de dançar mais e aprender mais a sério esta arte corporal, mas aulas de dança são caras e saber dançar é algo que exige muito tempo e dedicação. Queria dedicar um post à Dança, mas não a qualquer dança! Pessoalmente, a dança é uma forma de expressão, uma forma de sermos livres e de sermos nós próprios. E, para mim, a dança que mais permite essa liberdade e autoconfiança é a Dança Contemporânea. Honest hour: eu emociono-me a ver pessoas a dançar contemporânea, porque é realmente uma arte incrível. Uma dança extremamente sensível e sentimental.
Para mim, a dança é a literatura do corpo. É um conjunto de frases que não conseguimos pronunciar pela boca e expressamo-las através do nosso corpo. A dança contemporânea é a dança do espírito. Quando me sinto triste, zangada, repleta de emoções e sentimentos, decido dançar contemporânea e simplesmente guio-me pelo meu corpo, pelo que ele sente. Ao dançar, o meu cérebro consegue desligar-se e apenas tornar-se um membro do meu corpo que apenas coordena todos os movimentos que o meu coração sente. Sim, o coração torna-se o rei do corpo quando este dança. É ele que ordena o próximo movimento. São as emoções e os sentimentos que comandam na hora da dança. É pura liberdade!
(fotografia tirada pelo temporizador da máquina)
Para mim, a dança é a literatura do corpo. É um conjunto de frases que não conseguimos pronunciar pela boca e expressamo-las através do nosso corpo. A dança contemporânea é a dança do espírito. Quando me sinto triste, zangada, repleta de emoções e sentimentos, decido dançar contemporânea e simplesmente guio-me pelo meu corpo, pelo que ele sente. Ao dançar, o meu cérebro consegue desligar-se e apenas tornar-se um membro do meu corpo que apenas coordena todos os movimentos que o meu coração sente. Sim, o coração torna-se o rei do corpo quando este dança. É ele que ordena o próximo movimento. São as emoções e os sentimentos que comandam na hora da dança. É pura liberdade!
(fotografia tirada pelo temporizador da máquina)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Voltar às Origens
O meu maior amor é a grafite. Eu até punha aqui um autorretrato que fiz a grafite e que me deixou muito orgulhosa, mas uma vez que este site é anónimo (supostamente), não o vou fazer. Mas é o material que gosto mais de brincar e explorar.
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